HOBSBAWN, Eric J
During the decade of 1780 the productive power of the humanity if expanded of form never before seen in its history. It had a comparable revolution to the invention of agriculture and the cities, the "departure for the sustainable auto growth" (as it is called by current economists) that it finished for making possible the Industrial Revolution. The British had been the pioneers of this revolution, and this not if had to perhaps; its social structure daily pay-industrial served of base for the "departure". The economic development of Great-Britain was the goal most important of its governmental politics and its agriculture already was turned toward the market (what it would make possible the "sustenance" of an urban and industrial society). The technology cannot be seen as a preponderant factor to understand the British pioneirismo, therefore the machines and even though the industries already were a reality, but its production served to saciar the internal demand, the existing market already. When the entrepreneurs had only perceived the possibility of a profit in the plants comparable to the previous one (mere commercial), he can be thought about an industrial revolution. The industries of products of mass consumption (as the têxteis) already had a vast market and offered a certain profit fast e; moreover, its technology was relatively simple and cheap. Therefore, they had been the first ones to call the attention the British entrepreneurs. Proportionally to the search for the profit, it was born the necessity of if still more expanding the market, and the organization of the countries of the world if it showed sufficiently favorable to this expansion. The countries poor would be an excellent market to enrich the producer nations, that "had copied" the successful English model and had helped to implant the capital for the world.
Fonte:http://www.netsaber.com.br/
4 de abril de 2009
A Era Das Revoluções 1789 ? 1848.
HOBSBAWN, Eric J
Durante a década de 1780 o poder produtivo da humanidade se expandiu de forma nunca antes vista em sua história. Houve uma revolução comparável à invenção da agricultura e das cidades, a ?partida para o crescimento auto sustentável? (como é chamada por economistas atuais) que acabou por possibilitar a Revolução Industrial.
Os britânicos foram os pioneiros dessa revolução, e isso não se deveu ao acaso; sua estrutura social pré-industrial serviu de base para a ?partida?. O desenvolvimento econômico da Grã-Bretanha era a meta mais importante de sua política governamental e sua agricultura já se voltava para o mercado (o que possibilitaria o ?sustento? de uma sociedade urbana e industrial).
A tecnologia não pode ser vista como um fator preponderante para se entender o pioneirismo britânico, pois as máquinas e até mesmo as indústrias já eram uma realidade, mas sua produção servia para saciar a demanda interna, o mercado já existente. Somente quando os empresários perceberam a possibilidade de um lucro nas fábricas comparável ao anterior (meramente comercial), pode-se pensar em uma revolução industrial. As indústrias de produtos de consumo de massa (como as têxteis) já tinham um vasto mercado e ofereciam um ganho rápido e certo; além disso, sua tecnologia era relativamente simples e barata. Por isso, foram as primeiras a chamar a atenção dos empresários britânicos.
Proporcionalmente à busca pelo lucro, nascia a necessidade de se expandir o mercado ainda mais, e a organização dos países do mundo se mostrava bastante favorável a essa expansão. Os países mais pobres seriam um ótimo mercado para enriquecer as nações produtoras, que ?copiaram? o bem sucedido modelo inglês e ajudaram a implantar o capital pelo mundo.
Fonte:http://www.netsaber.com.br
Durante a década de 1780 o poder produtivo da humanidade se expandiu de forma nunca antes vista em sua história. Houve uma revolução comparável à invenção da agricultura e das cidades, a ?partida para o crescimento auto sustentável? (como é chamada por economistas atuais) que acabou por possibilitar a Revolução Industrial.
Os britânicos foram os pioneiros dessa revolução, e isso não se deveu ao acaso; sua estrutura social pré-industrial serviu de base para a ?partida?. O desenvolvimento econômico da Grã-Bretanha era a meta mais importante de sua política governamental e sua agricultura já se voltava para o mercado (o que possibilitaria o ?sustento? de uma sociedade urbana e industrial).
A tecnologia não pode ser vista como um fator preponderante para se entender o pioneirismo britânico, pois as máquinas e até mesmo as indústrias já eram uma realidade, mas sua produção servia para saciar a demanda interna, o mercado já existente. Somente quando os empresários perceberam a possibilidade de um lucro nas fábricas comparável ao anterior (meramente comercial), pode-se pensar em uma revolução industrial. As indústrias de produtos de consumo de massa (como as têxteis) já tinham um vasto mercado e ofereciam um ganho rápido e certo; além disso, sua tecnologia era relativamente simples e barata. Por isso, foram as primeiras a chamar a atenção dos empresários britânicos.
Proporcionalmente à busca pelo lucro, nascia a necessidade de se expandir o mercado ainda mais, e a organização dos países do mundo se mostrava bastante favorável a essa expansão. Os países mais pobres seriam um ótimo mercado para enriquecer as nações produtoras, que ?copiaram? o bem sucedido modelo inglês e ajudaram a implantar o capital pelo mundo.
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Era Dos Extremos: O Breve Século Xx: 1914 - 1991
(Hobsbawm; Eric)
Em Era dos extremos, o renomado historiador egípcio Eric Hobsbawm explica a trajetória da sociedade no período compreendido entre os anos 1914 e 1991. O título do livro remete às experiências verdadeiramente antagônicas que coexistiram no século XX. A primeira metade do século foi marcada pela Primeira Guerra Mundial (1914-1918), seguida pela Revolução Russa (1917), passando pelo momento mais negro do capitalismo mundial, a quebra da bolsa de Nova Iorque (1929), culminando na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), conflito que envolveu diretamente a quase totalidade dos países. A partir do fim da Segunda G.M., conheceu-se uma nova ordem mundial, o mundo bipolarizado. As divisões das áreas geográficas de influência do bloco soviético e do bloco estadunidense foram institucionalizadas pelo tratado de Potsdam (1945), assinados por Truman, Stalin e Churchull, então chefes de estado dos EUA, União Soviética e Inglaterra, respectivamente. A esta parte de Era dos extremos faz parte também a corrida armamentista e tecnologica entre as duas potências antagônicas. A bipolaridade regeu as relações internacionais e o mundo conheceu uma verdadeira revolução científica e tecnológica, fomentada pela competição entre as economias comunista e capitalista. A China passou por sua Revolução sob o comando de Mao Zedong, tornando-se uma nova potência comunista. Antes alinhada com o bloco soviético e, posteriormente, passando para a esfera de influência estadunidense, apos a cisão sino-soviética (1959).A ordem bipolar permaneceu até a queda do bloco soviético, incapaz de manter sua economia com os altos gastos provenientes da corrida armamentista. Os momentos finais da ordem bipolar foram simbolizados pela queda do muro de Berlim (1989) e o fim da União Soviética (1991). A hegenomia capitalista passa a dominar o mundo de fins de século XX. Em toda sua obra, Hobsbawm aborda, além dos grandes eventos históricos, a evolução dos costumes da sociedade, os movimentos culturais e também a trajetoria historica de paises chamados periféricos, na África e na América do Sul.
Fonte:http://www.netsaber.com.br/
Em Era dos extremos, o renomado historiador egípcio Eric Hobsbawm explica a trajetória da sociedade no período compreendido entre os anos 1914 e 1991. O título do livro remete às experiências verdadeiramente antagônicas que coexistiram no século XX. A primeira metade do século foi marcada pela Primeira Guerra Mundial (1914-1918), seguida pela Revolução Russa (1917), passando pelo momento mais negro do capitalismo mundial, a quebra da bolsa de Nova Iorque (1929), culminando na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), conflito que envolveu diretamente a quase totalidade dos países. A partir do fim da Segunda G.M., conheceu-se uma nova ordem mundial, o mundo bipolarizado. As divisões das áreas geográficas de influência do bloco soviético e do bloco estadunidense foram institucionalizadas pelo tratado de Potsdam (1945), assinados por Truman, Stalin e Churchull, então chefes de estado dos EUA, União Soviética e Inglaterra, respectivamente. A esta parte de Era dos extremos faz parte também a corrida armamentista e tecnologica entre as duas potências antagônicas. A bipolaridade regeu as relações internacionais e o mundo conheceu uma verdadeira revolução científica e tecnológica, fomentada pela competição entre as economias comunista e capitalista. A China passou por sua Revolução sob o comando de Mao Zedong, tornando-se uma nova potência comunista. Antes alinhada com o bloco soviético e, posteriormente, passando para a esfera de influência estadunidense, apos a cisão sino-soviética (1959).A ordem bipolar permaneceu até a queda do bloco soviético, incapaz de manter sua economia com os altos gastos provenientes da corrida armamentista. Os momentos finais da ordem bipolar foram simbolizados pela queda do muro de Berlim (1989) e o fim da União Soviética (1991). A hegenomia capitalista passa a dominar o mundo de fins de século XX. Em toda sua obra, Hobsbawm aborda, além dos grandes eventos históricos, a evolução dos costumes da sociedade, os movimentos culturais e também a trajetoria historica de paises chamados periféricos, na África e na América do Sul.
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O Nazismo
História Mundial
O Partido Nazista havia dado a Hitler mais de 13 milhões de votos para a presidência da República, perdendo para o general Hindenburg que conseguiu 19,3 milhões. Em 1933, Hindenburg, pressionado pelo empresariado alemão, trouxe Hitler para fazer parte do seu governo. Em 1934, morre o presidente Hindenburg, e Hitler acumula as funções de chanceler e de chefe de Estado. Sob o regime da ditadura, Hitler transforma a Alemanha num império, o Terceiro Reich, entre seus atos extinguiu todos os partidos alemães, sobrevivendo somente o Partido Nazista. Montou uma máquina político-administrativa de extrema eficiência e voltada para seus propósitos, dissolvendo o Parlamento e centralizando o poder. O nazismo propunha um Estado totalitário, cujo objetivo seria transformar seu povo na raça mais pura do mundo, a ariana, uma raça superior, e contrapartida a raça mais desqualificada seria a dos judeus, exército responsabilizado pela derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Para forjar a raça perfeita, o nazismo proibia os casamentos entre alemães e judeus e planejava a esterilização de portadores de defeitos físicos e mentais. Hitler fundou a Gestapo (Polícia Política Secreta) e deu início aos campos de concentração, onde ficavam internados os inimigos do Regime.Os campos de concentração se prestavam principalmente ao extermínio de judeus. A centralização do poder, e de toda a estrutura do Estado, assumidas pelo governo, eram rigorosamente fiscalizadas. O investimento de grande capital na indústria de armas e na construção de grandes obras públicas reduziram rapidamente o desemprego e angariaram simpatia popular. Os alemães votavam no nazismo por descrédito nas forças políticas tradicionais, mas também pela espantosa máquina de propaganda utilizada pelo Partido Nazista; multidões uniformizadas, grandes paradas, comícios articulados minuciosamente. Por meio dessa propaganda, os nazistas conseguiram captar toda a fúria, todo o desejo de renovação, toda a loucura de morte e desespero eu os alemães haviam vivenciado na guerra. Hitler não prometia a igualdade entre os indivíduos, mas a superioridade de um povo de senhores, os alemães, diante de seus servos, o resto da humanidade. A habilidade de manipular emoções e os desejos de uma população humilhada e sem esperança que deu popularidade ao nazismo de Hitler.
Fonte:http://www.netsaber.com.br
O Partido Nazista havia dado a Hitler mais de 13 milhões de votos para a presidência da República, perdendo para o general Hindenburg que conseguiu 19,3 milhões. Em 1933, Hindenburg, pressionado pelo empresariado alemão, trouxe Hitler para fazer parte do seu governo. Em 1934, morre o presidente Hindenburg, e Hitler acumula as funções de chanceler e de chefe de Estado. Sob o regime da ditadura, Hitler transforma a Alemanha num império, o Terceiro Reich, entre seus atos extinguiu todos os partidos alemães, sobrevivendo somente o Partido Nazista. Montou uma máquina político-administrativa de extrema eficiência e voltada para seus propósitos, dissolvendo o Parlamento e centralizando o poder. O nazismo propunha um Estado totalitário, cujo objetivo seria transformar seu povo na raça mais pura do mundo, a ariana, uma raça superior, e contrapartida a raça mais desqualificada seria a dos judeus, exército responsabilizado pela derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Para forjar a raça perfeita, o nazismo proibia os casamentos entre alemães e judeus e planejava a esterilização de portadores de defeitos físicos e mentais. Hitler fundou a Gestapo (Polícia Política Secreta) e deu início aos campos de concentração, onde ficavam internados os inimigos do Regime.Os campos de concentração se prestavam principalmente ao extermínio de judeus. A centralização do poder, e de toda a estrutura do Estado, assumidas pelo governo, eram rigorosamente fiscalizadas. O investimento de grande capital na indústria de armas e na construção de grandes obras públicas reduziram rapidamente o desemprego e angariaram simpatia popular. Os alemães votavam no nazismo por descrédito nas forças políticas tradicionais, mas também pela espantosa máquina de propaganda utilizada pelo Partido Nazista; multidões uniformizadas, grandes paradas, comícios articulados minuciosamente. Por meio dessa propaganda, os nazistas conseguiram captar toda a fúria, todo o desejo de renovação, toda a loucura de morte e desespero eu os alemães haviam vivenciado na guerra. Hitler não prometia a igualdade entre os indivíduos, mas a superioridade de um povo de senhores, os alemães, diante de seus servos, o resto da humanidade. A habilidade de manipular emoções e os desejos de uma população humilhada e sem esperança que deu popularidade ao nazismo de Hitler.
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Fim Da Idade Média
História Mundial
Idade Média - Problemas religiosos
Queda do Império romano - a igreja assume o papel das instituições públicas.
As altas esferas da hierarquia católica abusaram dos privilégios conquistados pelo vasto Império Territorial.
Doações de fiéis eram feitas na expectativa de conseguir perdão de seus pecados.
O clero católico aproveitava-se da crença para usufruir do poder político.
O PENSAMENTO RENASCENTISTA
Influenciou a reforma religiosa, propondo a valorização do homem (antropocentrismo)
Os pensadores renascentistas entraram em confronto com o pensamento dogmático da Igreja. O Renascimento representou um distanciamento das pessoas em relação aos dogmas e facilitou o surgimento de novas religiões com a Reforma.
A REFORMA LUTERANA
Martinho Lutero, alemão professor de teologia, passou a afirmar que as indulgências não redimiam os pecados, as doações à Igreja não eram garantia de salvação. O arrependimento sim.Essa afirmação entrou em colisão com a mentalidade do clero. Condenou as atitudes devassas dos padres que não respeitavam o voto de castidade e usavam o prestígio da Igreja para submeter homens e mulheres aos seus interesses sexuais. Revoltou-se contra a corrupção dentro da Igreja.
A doutrina Luterana pregava que: a salvação se dá unicamente pela fé, a interpretação da Bíblia é livre, são necessários apenas dois sacramentos, o batismo e a eucaristia.
A submissão da Igreja ao estado. Perseguido ele continuou a difundir sua doutrina porque teve o apoio da nobreza alemã. O Império alemão, diante da recusa de Carlos V em oficializar o luteranismo, formou uma confederação de príncipes para protestar, daí o surgimento dos ? protestantes?. A REFORMA se espalhou pela Europa, na Inglaterra os padres foram classificados como ?a classe vadia?. Lá ocorreu a Reforma Anglicana, seu estabelecimento foi acompanhado de lutas sangrentas, perseguições e execução de quem não queria se converter.
A CONTRA- REFORMA
Em 1538 o Papa Pulo III inicia a reação católica contra a Reforma Protestante.
A reação da Igreja, deu-se com a criação da Companhia de Jesus, uma ordem que tinha princípios rígidos, obediência hierárquica e comportamento moral irreprovável.
Os jesuítas preocupados com a educação das crianças,pois acreditavam que os valores espirituais e morais deveriam ser instituídos cedo.
Muitos Jesuítas vieram para a América para catequizar os índios, aumentando assim o número de fiéis da Igreja Católica. O Concílio de Trento, no norte da Itália em 1563, foi o resultado de 18 anos de discussão que apresentou algumas deliberações que iriam orientar a Igreja Católica .(proibição de venda de indulgências, obrigatoriedade de estudos em seminários, proibição da venda de cargos do alto clero)Houve também a reativação do Tribunal do Santo Ofício ou Tribunal da Inquisição; que perseguia e condenava quem questionasse os dogmas católicos ou discutisse os princípios
Fonte:http://www.netsaber.com.br
Idade Média - Problemas religiosos
Queda do Império romano - a igreja assume o papel das instituições públicas.
As altas esferas da hierarquia católica abusaram dos privilégios conquistados pelo vasto Império Territorial.
Doações de fiéis eram feitas na expectativa de conseguir perdão de seus pecados.
O clero católico aproveitava-se da crença para usufruir do poder político.
O PENSAMENTO RENASCENTISTA
Influenciou a reforma religiosa, propondo a valorização do homem (antropocentrismo)
Os pensadores renascentistas entraram em confronto com o pensamento dogmático da Igreja. O Renascimento representou um distanciamento das pessoas em relação aos dogmas e facilitou o surgimento de novas religiões com a Reforma.
A REFORMA LUTERANA
Martinho Lutero, alemão professor de teologia, passou a afirmar que as indulgências não redimiam os pecados, as doações à Igreja não eram garantia de salvação. O arrependimento sim.Essa afirmação entrou em colisão com a mentalidade do clero. Condenou as atitudes devassas dos padres que não respeitavam o voto de castidade e usavam o prestígio da Igreja para submeter homens e mulheres aos seus interesses sexuais. Revoltou-se contra a corrupção dentro da Igreja.
A doutrina Luterana pregava que: a salvação se dá unicamente pela fé, a interpretação da Bíblia é livre, são necessários apenas dois sacramentos, o batismo e a eucaristia.
A submissão da Igreja ao estado. Perseguido ele continuou a difundir sua doutrina porque teve o apoio da nobreza alemã. O Império alemão, diante da recusa de Carlos V em oficializar o luteranismo, formou uma confederação de príncipes para protestar, daí o surgimento dos ? protestantes?. A REFORMA se espalhou pela Europa, na Inglaterra os padres foram classificados como ?a classe vadia?. Lá ocorreu a Reforma Anglicana, seu estabelecimento foi acompanhado de lutas sangrentas, perseguições e execução de quem não queria se converter.
A CONTRA- REFORMA
Em 1538 o Papa Pulo III inicia a reação católica contra a Reforma Protestante.
A reação da Igreja, deu-se com a criação da Companhia de Jesus, uma ordem que tinha princípios rígidos, obediência hierárquica e comportamento moral irreprovável.
Os jesuítas preocupados com a educação das crianças,pois acreditavam que os valores espirituais e morais deveriam ser instituídos cedo.
Muitos Jesuítas vieram para a América para catequizar os índios, aumentando assim o número de fiéis da Igreja Católica. O Concílio de Trento, no norte da Itália em 1563, foi o resultado de 18 anos de discussão que apresentou algumas deliberações que iriam orientar a Igreja Católica .(proibição de venda de indulgências, obrigatoriedade de estudos em seminários, proibição da venda de cargos do alto clero)Houve também a reativação do Tribunal do Santo Ofício ou Tribunal da Inquisição; que perseguia e condenava quem questionasse os dogmas católicos ou discutisse os princípios
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Fim Da Idade Média
História Mundial
Idade Média - Problemas religiosos
Queda do Império romano - a igreja assume o papel das instituições públicas.
As altas esferas da hierarquia católica abusaram dos privilégios conquistados pelo vasto Império Territorial.
Doações de fiéis eram feitas na expectativa de conseguir perdão de seus pecados.
O clero católico aproveitava-se da crença para usufruir do poder político.
O PENSAMENTO RENASCENTISTA
Influenciou a reforma religiosa, propondo a valorização do homem (antropocentrismo)
Os pensadores renascentistas entraram em confronto com o pensamento dogmático da Igreja. O Renascimento representou um distanciamento das pessoas em relação aos dogmas e facilitou o surgimento de novas religiões com a Reforma.
A REFORMA LUTERANA
Martinho Lutero, alemão professor de teologia, passou a afirmar que as indulgências não redimiam os pecados, as doações à Igreja não eram garantia de salvação. O arrependimento sim.Essa afirmação entrou em colisão com a mentalidade do clero. Condenou as atitudes devassas dos padres que não respeitavam o voto de castidade e usavam o prestígio da Igreja para submeter homens e mulheres aos seus interesses sexuais. Revoltou-se contra a corrupção dentro da Igreja.
A doutrina Luterana pregava que: a salvação se dá unicamente pela fé, a interpretação da Bíblia é livre, são necessários apenas dois sacramentos, o batismo e a eucaristia.
A submissão da Igreja ao estado. Perseguido ele continuou a difundir sua doutrina porque teve o apoio da nobreza alemã. O Império alemão, diante da recusa de Carlos V em oficializar o luteranismo, formou uma confederação de príncipes para protestar, daí o surgimento dos ? protestantes?. A REFORMA se espalhou pela Europa, na Inglaterra os padres foram classificados como ?a classe vadia?. Lá ocorreu a Reforma Anglicana, seu estabelecimento foi acompanhado de lutas sangrentas, perseguições e execução de quem não queria se converter.
A CONTRA- REFORMA
Em 1538 o Papa Pulo III inicia a reação católica contra a Reforma Protestante.
A reação da Igreja, deu-se com a criação da Companhia de Jesus, uma ordem que tinha princípios rígidos, obediência hierárquica e comportamento moral irreprovável.
Os jesuítas preocupados com a educação das crianças,pois acreditavam que os valores espirituais e morais deveriam ser instituídos cedo.
Muitos Jesuítas vieram para a América para catequizar os índios, aumentando assim o número de fiéis da Igreja Católica. O Concílio de Trento, no norte da Itália em 1563, foi o resultado de 18 anos de discussão que apresentou algumas deliberações que iriam orientar a Igreja Católica .(proibição de venda de indulgências, obrigatoriedade de estudos em seminários, proibição da venda de cargos do alto clero)Houve também a reativação do Tribunal do Santo Ofício ou Tribunal da Inquisição; que perseguia e condenava quem questionasse os dogmas católicos ou discutisse os princípios
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Idade Média - Problemas religiosos
Queda do Império romano - a igreja assume o papel das instituições públicas.
As altas esferas da hierarquia católica abusaram dos privilégios conquistados pelo vasto Império Territorial.
Doações de fiéis eram feitas na expectativa de conseguir perdão de seus pecados.
O clero católico aproveitava-se da crença para usufruir do poder político.
O PENSAMENTO RENASCENTISTA
Influenciou a reforma religiosa, propondo a valorização do homem (antropocentrismo)
Os pensadores renascentistas entraram em confronto com o pensamento dogmático da Igreja. O Renascimento representou um distanciamento das pessoas em relação aos dogmas e facilitou o surgimento de novas religiões com a Reforma.
A REFORMA LUTERANA
Martinho Lutero, alemão professor de teologia, passou a afirmar que as indulgências não redimiam os pecados, as doações à Igreja não eram garantia de salvação. O arrependimento sim.Essa afirmação entrou em colisão com a mentalidade do clero. Condenou as atitudes devassas dos padres que não respeitavam o voto de castidade e usavam o prestígio da Igreja para submeter homens e mulheres aos seus interesses sexuais. Revoltou-se contra a corrupção dentro da Igreja.
A doutrina Luterana pregava que: a salvação se dá unicamente pela fé, a interpretação da Bíblia é livre, são necessários apenas dois sacramentos, o batismo e a eucaristia.
A submissão da Igreja ao estado. Perseguido ele continuou a difundir sua doutrina porque teve o apoio da nobreza alemã. O Império alemão, diante da recusa de Carlos V em oficializar o luteranismo, formou uma confederação de príncipes para protestar, daí o surgimento dos ? protestantes?. A REFORMA se espalhou pela Europa, na Inglaterra os padres foram classificados como ?a classe vadia?. Lá ocorreu a Reforma Anglicana, seu estabelecimento foi acompanhado de lutas sangrentas, perseguições e execução de quem não queria se converter.
A CONTRA- REFORMA
Em 1538 o Papa Pulo III inicia a reação católica contra a Reforma Protestante.
A reação da Igreja, deu-se com a criação da Companhia de Jesus, uma ordem que tinha princípios rígidos, obediência hierárquica e comportamento moral irreprovável.
Os jesuítas preocupados com a educação das crianças,pois acreditavam que os valores espirituais e morais deveriam ser instituídos cedo.
Muitos Jesuítas vieram para a América para catequizar os índios, aumentando assim o número de fiéis da Igreja Católica. O Concílio de Trento, no norte da Itália em 1563, foi o resultado de 18 anos de discussão que apresentou algumas deliberações que iriam orientar a Igreja Católica .(proibição de venda de indulgências, obrigatoriedade de estudos em seminários, proibição da venda de cargos do alto clero)Houve também a reativação do Tribunal do Santo Ofício ou Tribunal da Inquisição; que perseguia e condenava quem questionasse os dogmas católicos ou discutisse os princípios
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Luiz Carlos Prestes
História do Brasil
Líder da Coluna Prestes que percorreu 25 mil quilômetros, partindo do Sul do Brasil, em 1925. A coluna Prestes foi uma tropa formada por centenas de militares, cujo objetivo era a derrubada do governo das oligarquias. A coluna desenvolveu uma guerrilha no interior do Brasil, combatendo os coronéis e incitando o povo à luta contra a opressão.Luiz Carlos Prestes, engenheiro, nasceu em Porto Alegre em janeiro de 1898. À frente da Coluna, liderou tenentes em defesa de um nacionalismo econômico do qual nunca se afastou. Prestes foi um dos mais ferrenhos e convictos defensores do ideal tenentista, nos tumultuados anos 20.Exilado posteriormente na Argentina, mais precisamente em 1929, Prestes articula-se com os revolucionários que preparavam a derrubada do governo Washigton Luis, e acaba denunciando o movimento como uma simples troca de elites burguesas no poder e toma a decisão de filiar-se ao Partido Comunista do Brasil ?PCB ? cujo levante é frustrado em 1935. Preso e condenado, Prestes, torna-se o perseguido político mais famoso da América Latina. Luiz Carlos Prestes foi o principal dirigente comunista do país até a década de 80. Morreu aos 92 anos, sem partido, porque havia sido expulso do PCB, mas manteve-se um comunista convicto. Graças a última anistia política foi condecorado general aos 74 anos, embora sempre tenha sido reconhecido por seus comandados e até por seus inimigos como capitão-general. Cavaleiro da Esperança é a legenda que lhe atribui Jorge Amado ao escrever sua biografia.
Fonte:http://www.netsaber.com.br
Líder da Coluna Prestes que percorreu 25 mil quilômetros, partindo do Sul do Brasil, em 1925. A coluna Prestes foi uma tropa formada por centenas de militares, cujo objetivo era a derrubada do governo das oligarquias. A coluna desenvolveu uma guerrilha no interior do Brasil, combatendo os coronéis e incitando o povo à luta contra a opressão.Luiz Carlos Prestes, engenheiro, nasceu em Porto Alegre em janeiro de 1898. À frente da Coluna, liderou tenentes em defesa de um nacionalismo econômico do qual nunca se afastou. Prestes foi um dos mais ferrenhos e convictos defensores do ideal tenentista, nos tumultuados anos 20.Exilado posteriormente na Argentina, mais precisamente em 1929, Prestes articula-se com os revolucionários que preparavam a derrubada do governo Washigton Luis, e acaba denunciando o movimento como uma simples troca de elites burguesas no poder e toma a decisão de filiar-se ao Partido Comunista do Brasil ?PCB ? cujo levante é frustrado em 1935. Preso e condenado, Prestes, torna-se o perseguido político mais famoso da América Latina. Luiz Carlos Prestes foi o principal dirigente comunista do país até a década de 80. Morreu aos 92 anos, sem partido, porque havia sido expulso do PCB, mas manteve-se um comunista convicto. Graças a última anistia política foi condecorado general aos 74 anos, embora sempre tenha sido reconhecido por seus comandados e até por seus inimigos como capitão-general. Cavaleiro da Esperança é a legenda que lhe atribui Jorge Amado ao escrever sua biografia.
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